A primeira mulher a dirigir uma escola pública no Brasil

Com exceção das escolas mantidas por religiosas, nas escolas públicas foram os homens que por muito tempo ocuparam funções de diretores e inspetores. Esther Pedreira de Mello era baiana, da cidade de Cachoeira. Estudou na Escola Normal para ser professora primária a partir de 1897, após os exames finais realizados na 4ª escola feminina do1º Distrito, tendo sido aluna exemplar, razão pela qual foi convidada, … Continuar lendo A primeira mulher a dirigir uma escola pública no Brasil

Maria Bonita

Maria Bonita casou-se muito jovem, aos 15 anos. Seu casamento desde o início foi muito conturbado. José Miguel da Silva, sapateiro e conhecido como Zé Neném vivia às turras com Maria. O casal não teve filhos. Zé era estéril. A cada briga do casal, Maria Bonita refugiava-se na casa dos pais. E foi, justamente, numa dessas “fugas domésticas” que ela reencontrou Virgulino, o Lampião, em … Continuar lendo Maria Bonita

Laélia de Alcântara

Nascida em Salvador, 7 de julho de 1923, formou-se em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro em 1949. Foi transferida no mesmo ano para o Acre, que na época contava com apenas seis médicos. Lá especializou-se em atendimentos nas áreas de obstetrícia e pediatria, além de lecionar puericultura na Escola Normal de Rio Branco. Era conhecida como “mãe … Continuar lendo Laélia de Alcântara

3 mulheres excluídas da sua aula de História do Brasil

Após a proclamação da Independência em setembro de 1822, nem todo mundo aceitou o fato. Muitos portugueses radicados se indignavam, especialmente no Maranhão e na Bahia. Do literal ao interior baiano, houve muita revolta. Essas três mulheres baianas são símbolos da resistência, mas quase nunca estão nos livros didáticos das escolas. Maria Felipa de Oliveira Mulher negra e pobre, Maria quase nunca é lembrada por … Continuar lendo 3 mulheres excluídas da sua aula de História do Brasil

Nilda Carvalho Cunha

    Nilda Carvalho Cunha os 17 anos, fazia o curso secundário e trabalhava como bancária quando passou a militar no MR-8. Presa em agosto de 1971, em Salvador (BA), junto com Jaileno Sampaio, também militante, foi levada para o Quartel do Barbalho e, depois, para a Base Aérea de Salvador, onde foi torturada. Liberada no início de novembro, profundamente debilitada em conseqüência das torturas … Continuar lendo Nilda Carvalho Cunha

Dinalva Oliveira Teixeira

Dinalva Oliveira Teixeira nasceu no sertão baiano, município de Castão Alves, em 16 de maio de 1945, filha de Viriato Augusto de Oliveira e Elza Conceição Bastos. Formou-se em Geologia na Universidade Federal da Bahia, no ano de 1968. Participava do ativamente do movimento estudantil, quando foi presa pela primeira vez. Nesta época conheceu Antônio Carlos Monteiro Teixeira (também desaparecido), colega de turma com quem … Continuar lendo Dinalva Oliveira Teixeira